Síntese
1.2
Aprender
com o vídeo e a câmera. Para além das câmeras, as idéias
A
televisão expressa uma linguagem pública, por
isso
mesmo alegórica, feita para uma massa de pessoas que conhece seus rudimentos e,
muitas vezes, adentrou
o
universo da linguagem audiovisual sem dominar os códigos da língua escrita.
Talvez
aqui fosse importante
um
desvio para falar de linguagem e alegoria, que é o que vai permitir uma leitura
de imagens e sons para além
do
que, por meio da tevê, pode tocar olhos e ouvidos. No seu sentido etimológico:
"alegoria
deriva da junção de: allos, outro e agoreuein, falar na ágora, usar uma
linguagem
pública. Falar alegoricamente significa, pelo uso de uma linguagem
literal,
acessível a todos, remeter a outro nível de significação: dizer uma coisa
para
significar outra". (Rouanet, p. 37).
Isso
é elemento fundamental para uma compreensão mais profunda da
linguagem
audiovisual
Educar
para a televisão envolve ações que procuram, principalmente, formar um
espectador
criterioso, que saiba ver com clareza o que lhe é apresentado, que possa
escolher com competência
o
que deseja, ou não, ver. Educar com a televisão abrange atividades que lançam
mão da linguagem televisiva
para
a apresentação e o desenvolvimento de determinados assuntos ou conteúdos.
Como
lembra Milton José de Almeida, "as artes em imagens-sons nos distanciam do
saber-fazer, colocam
no saber-ver-entender
passivo e também nos remetem ao saber-pensar ativo.
Para tanto, talvez seja
importante compreender primeiro que novo é apenas o aparato tecnológico, que
parece apresentar sempre um
compromisso com o futuro, mas as histórias contadas por meio dele podem remeter
a algo que vem de um tempo
remoto, original.
Seu blog está bom, mas está faltando diversas atividades realizadas em sala.
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